sábado, 3 de julho de 2010

PHS e PSL anunciam desistência de candidaturas à Presidência

Partidos atribuem decisões a resolução do TSE sobre campanha.
Américo de Souza (PSL) afirma que retirada é "arbitrária".

Dois partidos desistiram de ter candidato à Presidência da República depois de terem escolhido representantes na disputa em convenções. O PHS e o PSL divulgaram neste sábado (3) que não disputarão mais a eleição presidencial com Oscar Silva e Américo de Souza, como estava previsto. Com isso, o número de presidenciáveis cai de 11 para 9. Américo, no entanto, não sabia da decisão ainda e ameaça registrar a candidatura à revelia da direção do PSL.

Ambos os partidos atribuíram a retirada à resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que limita a participação de candidatos a presidente em programas eleitorais na TV e no rádio. Pela regra, estaria vetada a participação de presidenciáveis nas campanhas regionais nos estados em que ocorram coligações diferentes da nacional. O presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, já afirmou que a resolução será revista após o recesso do Judiciário.

O PHS anunciou sua decisão por meio de uma nota em seu site. Os dirigentes do partido se reuniram nesta tarde e o então candidato, Oscar Silva, formalizou sua renúncia.

“Os candidato a presidente e a vice renunciaram em virtude dessa absurda resposta do TSE aquela consulta sobre verticalização. Não podemos conviver com essa insegurança nos estados. Lamentamos, mas nossa candidatura foi obrigada a sair do jogo por essa circunstância”, disse ao G1 o presidente do partido, Paulo Roberto Matos.

No caso do PSL, não houve renúncia do candidato. Américo de Souza, aliás, nem participou da reunião da executiva do partido que decidiu na sexta-feira (2) por retirar seu nome da disputa. Um comunicado oficial da legenda tornou pública a decisão neste sábado.

O secretário nacional do PSL, Roberto Siqueira, afirmou que a decisão também tem a ver com a resolução do TSE. “O que pesou mesmo foi a decisão do TSE. Em que pese eles tenham falado em rever, só vão decidir isso depois do recesso. Aí cria uma instabilidade nos estados nas coligações proporcionais e majoritárias e os diretórios estaduais estavam nos cobrando.
Não podemos ser irresponsáveis e prejudicar a todos”, justificou.

O candidato disse que não sabia ainda da decisão. Irritado, ele afirmou que não retirou a candidatura. "É uma medida arbitrária do partido", protestou Américo. Ele, no entanto, não sabe ainda se vai registrar sua candidatura por conta própria, o que é permitido pela legislação eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclarece que os candidatos têm de ser escolhidos em convenção, mas afirma que dependendo do estatuto do partido há a possibilidade da decisão ficar nas mãos da executiva. Os partidos têm até esta segunda-feira (5) para registrar seus candidatos. Após este prazo, os candidatos que não forem registrados por seus partidos podem protocolar suas postulações diretamente no tribunal, desde que entreguem junto do registro uma ata da convenção confirmando a indicação.


Fonte: G1.com

Ayres Britto nega liminar a políticos que tentavam escapar da ficha limpa

Vice-presidente do STF, ministro Ayres Britto

O ministro Ayres Britto nesta quinta-feira (29)

Políticos de SC, MG e PR tentaram reverter lei que vetou suas candidaturas.
Para vice-presidente do STF, só um colegiado poderia revogar as decisões.

O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, negou na noite desta sexta-feira (2) três pedidos de liminar para suspender a Lei da Ficha Limpa. As medidas foram apresentadas pelo deputado federal João Pizzolatti (PP-SC), pelo ex-prefeito de Montes Claros (MG) Athos Avelino Pereira e o ex-vice-prefeito Sued Kennedy Parrela Botelho e pelo candidato a vereador paranaense Juarez Firmino de Souza Oliveira.

A Lei da ficha limpa veta a candidatura de políticos condenados crimes eleitorais por um colegiado de juízes. A norma foi aprovada no Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 4 de junho. Também ficam inelegíveis aqueles que renunciaram para escapar da cassação e os cassados pela Justiça Eleitoral por irregularidades nas eleições de 2006.

Ayres Britto está no exercício da presidência da Suprema Corte e negou os pedidos alegando que não poderia suspender individualmente uma decisão tomada por um colegiado de juízes. O ministro afirma que “não está totalmente convencido” da possibilidade de concessão do efeito suspensivo por decisão monocrática, ao analisar uma decisão de colegiado.

“Se não é qualquer condenação judicial que torna um cidadão inelegível, mas unicamente aquela decretada por um 'órgão colegiado', apenas o órgão igualmente colegiado do tribunal ad quem [instância superior] é que pode suspender a inelegibilidade”, argumenta Ayres Britto em seu despacho.

A negativa de Britto aos pedidos de suspensão da lei da Ficha Limpa ocorre depois de colegas – ministro Dias Toffoli e ministro Gilmar Mendes – de Ayres Britto terem concedido duas sentenças favoráveis a políticos atingidos pela norma, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) e a deputada estadual de Goiás, Isaura Lemos (PDT).

Casos
Ao negar o pedido do deputado federal catarinense João Pizzolatti (PP), Ayres Britto alegou que o parlamentar, condenado por improbidade administrativa, não foi penalizado pelo exercício de seu mandato, mas por ser sócio de uma empresa que teve um contrato com a Prefeitura de Pomerode (SC) considerado irregular pela Justiça.

O mesmo argumento foi utilizado por Britto no caso do ex-prefeito de Montes Claros (MG) Athos Avelino Pereira e do ex-vice-prefeito Sued Kennedy Parrela Botelho, condenados pela Justiça Eleitoral de Minas.

Já para Juarez Firmino de Souza Oliveira, condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, Ayres Britto afirmou que o Supremo não poderia suspender um recurso da Justiça Eleitoral. Oliveira teve suas contas de campanha para vereador de 2008 rejeitadas pelo Juízo Eleitoral da 66ª Zona de Maringá (PR). O TRE do estado extinguiu o recurso apresentado pelo candidato, que recorreu ao STF para garantir efeito suspensivo a recurso especial eleitoral contra a decisão do TRE, evitando a inelegibilidade.
 
 
Fonte: G1.com

"La Selección se fue humillada del Mundial", diz clarin.com



No clarin.com, um dos maiores sites argentinos, publicaram, a pouco, uma matéria sobre a humilhação vivida pela seleção argentina. Vejam:

"Fue goleada 4-0 por los cuartos de final ante Alemania, que la superó con un planteo inteligente. El equipo sufrió a los 3 minutos un gol que condicionó el partido y nunca tuvo respuestas. Se perdió la oportunidad de llegar a semis después de 20 años."

De fato, nada melhor de que um dia atrás do outro...
kkkkkkkkkkkk...

Argentina leva de quatro da Alemanha

 
A Argentina perdendo assim... dá até pra engolir o fracasso do Brasil.

Como diria Evita Perón: "Don't cry for me Argentina"

Adiós, Hermanos...(Parte 2)



NUNCA SERÃO!
Caros hermanos e brasileiros que gostam de babar ovo;
Nesta data querida, já repetitiva e quase parte do calendário, podemos voltar a discutir em bom nível. Até hoje, quando ainda existia a eterna euforia patética de que há alguma possibilidade “deles” serem campeões de algo sem que haja água batizada, compra de adversário ou gol de mão, era impossível. Agora, já com a verdade estabelecida, fica mais fácil.
E a verdade é repetitiva, quase chata.  Mundo injusto este, que dá tanto pra uns,  pouco pra outros.
Vocês, hermanos, torcem pelo seu país, o que é absolutamente normal e respeitável. Também torceria, caso tivesse tido o azar de nascer aí na periferia do continente. Mas, tive sorte.
Nasci no país da bola, onde jamais precisamos burlar a ética desportiva para sermos o que somos. Ganhamos 5, podemos ganhar a sexta, e com erros contra e a favor, como acontece com todos, ainda tivemos 2 copas onde deixamos de disputar por culpa da falta de caráter de alguns de vocês. Seja ele um dirigente, seja ele o que for. Fato é que foi apoiado pela maioria, pois até hoje “celebram” estes fatos.
Em 1978, nos tiraram da final através dos “amigos” peruanos. Em 90, doparam nossos jogadores para vencer a partida. Há quem ache isso engraçado, eu, como tive educação em casa, acho mediocre.
Vocês tem um dom indiscutível que é o da sedução. Diria que se fossem mulheres, e que pelos beijos na boca e cabelos até confunde, teriam dado pra todos os jornalistas brasileiros em 30 dias. Sim, eles amam vocês.
A capacidade de marketing também é elogiável, pois desconheço um time que não ganhe nada há 20 anos, que tenha em seu curriculo 2 atos dos mais sujos do futebol em todos os tempos e que ainda assim consigam ser levados como “potência”.
Pobre Peru, que além de ter ajudado a evitar um título brasileiro em plena Argentina em 78, ainda teve que ver um gol irregular salvando vossa pátria de mais uma copa sem participar.  Estes sim, ao lado de alguns arbitros, são os melhores de sua história em Copas.
Nesta, por mais absurdo que pareça, conseguiram levar fama de “favoritos”, após 4 anos mediocres de preparação e mais 4 babas nos primeiros jogos, onde foram ajudados com 4 gols irregulares.
Seu maior ídolo virou treinador. Aquele mesmo que atira em jornalistas, que manda todos chuparem, que dá ótimo exemplo de cidadão ao seus fãs. Aquele que, se fosse brasileiro, seria humilhado e condenado por nós. Afinal, reprovamos esse tipo de comportamento.
Mas, sendo vocês, alguns dos nossos desvirtuam valores e aplaudem.
Até porque, é o que resta. Idolatrar o único jogador que deu status ao futebol argentino durante um periodo. Os demais jamais fizeram nada, os números mostram isso. São fracassos e mais fracassos, de todos os tipos, mesmo fazendo uso de água batizada.
O nosso ídolo é o Pelé. Aliás, nem fazemos tanto auê assim em cima dele porque temos muitos ídolos campeões mundiais, não apenas 1. Podemos escolher, gostar mais de ciclano ou beltrano. Aí, entendo, só há uma alternativa.
Mas, por favor, parem de insistir em comparar. Comparem-se com o Uruguai, talvez. Com a Suécia, ou no máximo com a Hungria. Como vocês, vireram bom momento, mas depois acabaram sumindo, infelizmente.  Esta comparação entre o futebol argentino e brasileiro é tão absurda que transforma vocês em arrogantes, quase malucos.  Coloquem-se em seu devido lugar, por favor.
As pessoas acham que eu odeio a Argentina, e não é verdade. Eu sinto pena. Eu não acho que um povo que faça um alfajour tão gostoso tenha que passar por tanta humilhação naquilo que chamam de paixão nacional, o futebol. Acho que mereciam, sei lá, de vez em quando, ganhar um torneio ou outro sem que haja um asterisco. Mas, o mundo é injusto, como eu disse no começo.
Aqui, hoje, alguns se lamentam. Não porque são argentinos, mas porque queriam dizer “eu sabia!” no final. E não, não sabiam. Se soubessem, jamais apostariam num time como este, de treinador fanfarrão, craque que some, defesa mediocre e campanha ridícula nos últimos anos. Ah, últimos 20, diga-se.
Nós estamos fora também.  Mas, jamais, tentando comprar um resultado ou dopar um adversário. Menos ainda usando de racismo para tratar nossos rivais, que se forem negros, não seriam chamados de “macaquitos” aqui. Nosso povo não permitiria, nem acharia graça.
Mas não tem nada, não. Daqui 4 anos tem outra Copa e novamente vocês se acharão em condições de ganhar alguma coisa. Novamente jornalistas brasileiros e torcedores de video game vão passar 30 dias rezando pra verem vocês surpreenderem o Brasil, o que evidentemente, não acontecerá.
Adios, Hermanos!
Como sempre, ou siempre, voltam cedo, sem brilhar.  Como sempre, quando não há nada irregular, o caminho do fracasso é natural. E desta vez, mesmo com o asterisco desenhado pelos arbitros, ainda assim, rumo a Buenos Aires.
Entendam, de uma vez por todas: Nunca serão!
Torceu pra Argentina? Tá tristinho? Azar seu!
PENTA, sem asterisco!
Sua camisa é moda, a minha é foda!
“Quem nunca saiu da Copa goleado poe o dedo aqui! hahahahahahahahahahahahhaa”
abs,

RicaPerrone

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...