sábado, 3 de julho de 2010

Frase do dia:

O senador Cristóvam Buaque, agora a pouco em seu twitter disse:



Cristovam Buarque Sen_Cristovam Antes, quem controlava matéria prima,controlava o mundo,hoje quem controla conhecimento controla o mundo.

Aqui, o sonho de uma educação de qualidade pulsa nas mentes brasileiras.

Lula descarta disputar cargo de secretário-geral da ONU

Presidente afirma que entidade deve ser comandada por 'burocrata'.
Sorrindo, Lula disse ainda estar triste com eliminação da Argentina da Copa.


Lula  
Após eliminação da Argentina, Lula tira foto com  torcedoras alemã 
 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva descartou a possibilidade de disputar o cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Em entrevista no começo da tarde de hoje, após encontro com chefes de Estado da África, ele disse que a entidade deve ser comandada por um "burocrata".

"O secretário-geral deve ser um técnico, um burocrata. Não pode ser um político", afirmou o presidente brasileiro.

Lula ironizou o governo norte-americano, que se opôs à proposta de sua candidatura levantada por dirigentes europeus. "Um político pode criar um problema muito sério. Imagine se amanhã o presidente dos Estados Unidos quiser ser o secretário-geral da ONU? Não dá certo."

Logo depois da declaração, Lula se esforçou para demonstrar diplomacia no campo do futebol. Questionado sobre a eliminação da Argentina na Copa da África pela Alemanha, o presidente disse que estava "muito triste", sem segurar, no entanto, um sorriso de ironia. "Eu me definho, fico triste, quando cai um time do Mercosul", disse.

Hospedado em um hotel frequentado por europeus na ilha de Sal, no arquipélago de Cabo Verde, Lula foi cumprimentado por torcedores alemães, que, animados com o resultado do jogo, pediram para tirar foto com ele. Rindo, o presidente posou para fotografias.

Em seu 11º e último giro oficial pelo continente africano como presidente, Lula foi homenageado por 13 chefes de Estado do oeste da África que participam em Cabo Verde de um encontro de cúpula.

O desejo do presidente era chegar a Johannesburgo no próximo dia 8, última escala de sua viagem à África, para assistir a seleção brasileira na final da Copa. A derrota do Brasil para a Holanda, na sexta-feira, derrubou o clima festivo da viagem. Assessores do governo dizem que uma festa brasileira era o cenário mais desejado pelo presidente para se despedir do continente africano, uma ilustração "perfeita" de sua política externa.


Fonte: G1.com

Morre Mohammed Oudeh, o planejador do Setembro Negro

Ação em 1972, nas Olimpíadas de Munique, matou 11 atletas israelenses.
Funeral foi em campo de refugiados palestinos perto de Damasco.

Refugiados palestinos carregam o caixão de Mohammed Oudeh, 
comandante do Fattah e articulador do Setembro Negro 
Refugiados palestinos carregam o caixão de Mohammed Oudeh, comandante do Fattah e articulador do Setembro Negro (Foto: Khaled al-Hariri / Reuters)


Morreu neste sábado (3) o autor intelectual da ação terrorista que matou 11 atletas israelenses durante as Olimpíadas de Munique, em 1972. Mohammed Oudeh, também conhecido pelo codinome Abu Daoud, morreu de falência renal em Damasco, capital da Síria.

O funeral do planejador do que ficou conhecido como Setembro Negro foi realizado no campo de refugiados de Yarmouk, perto de Damasco. Daoud, comandante militar do Fatah sobreviveu, em 1981, a uma atentado atribuído ao Mossad, o serviço secreto israelense.


PHS e PSL anunciam desistência de candidaturas à Presidência

Partidos atribuem decisões a resolução do TSE sobre campanha.
Américo de Souza (PSL) afirma que retirada é "arbitrária".

Dois partidos desistiram de ter candidato à Presidência da República depois de terem escolhido representantes na disputa em convenções. O PHS e o PSL divulgaram neste sábado (3) que não disputarão mais a eleição presidencial com Oscar Silva e Américo de Souza, como estava previsto. Com isso, o número de presidenciáveis cai de 11 para 9. Américo, no entanto, não sabia da decisão ainda e ameaça registrar a candidatura à revelia da direção do PSL.

Ambos os partidos atribuíram a retirada à resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que limita a participação de candidatos a presidente em programas eleitorais na TV e no rádio. Pela regra, estaria vetada a participação de presidenciáveis nas campanhas regionais nos estados em que ocorram coligações diferentes da nacional. O presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, já afirmou que a resolução será revista após o recesso do Judiciário.

O PHS anunciou sua decisão por meio de uma nota em seu site. Os dirigentes do partido se reuniram nesta tarde e o então candidato, Oscar Silva, formalizou sua renúncia.

“Os candidato a presidente e a vice renunciaram em virtude dessa absurda resposta do TSE aquela consulta sobre verticalização. Não podemos conviver com essa insegurança nos estados. Lamentamos, mas nossa candidatura foi obrigada a sair do jogo por essa circunstância”, disse ao G1 o presidente do partido, Paulo Roberto Matos.

No caso do PSL, não houve renúncia do candidato. Américo de Souza, aliás, nem participou da reunião da executiva do partido que decidiu na sexta-feira (2) por retirar seu nome da disputa. Um comunicado oficial da legenda tornou pública a decisão neste sábado.

O secretário nacional do PSL, Roberto Siqueira, afirmou que a decisão também tem a ver com a resolução do TSE. “O que pesou mesmo foi a decisão do TSE. Em que pese eles tenham falado em rever, só vão decidir isso depois do recesso. Aí cria uma instabilidade nos estados nas coligações proporcionais e majoritárias e os diretórios estaduais estavam nos cobrando.
Não podemos ser irresponsáveis e prejudicar a todos”, justificou.

O candidato disse que não sabia ainda da decisão. Irritado, ele afirmou que não retirou a candidatura. "É uma medida arbitrária do partido", protestou Américo. Ele, no entanto, não sabe ainda se vai registrar sua candidatura por conta própria, o que é permitido pela legislação eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclarece que os candidatos têm de ser escolhidos em convenção, mas afirma que dependendo do estatuto do partido há a possibilidade da decisão ficar nas mãos da executiva. Os partidos têm até esta segunda-feira (5) para registrar seus candidatos. Após este prazo, os candidatos que não forem registrados por seus partidos podem protocolar suas postulações diretamente no tribunal, desde que entreguem junto do registro uma ata da convenção confirmando a indicação.


Fonte: G1.com

Ayres Britto nega liminar a políticos que tentavam escapar da ficha limpa

Vice-presidente do STF, ministro Ayres Britto

O ministro Ayres Britto nesta quinta-feira (29)

Políticos de SC, MG e PR tentaram reverter lei que vetou suas candidaturas.
Para vice-presidente do STF, só um colegiado poderia revogar as decisões.

O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, negou na noite desta sexta-feira (2) três pedidos de liminar para suspender a Lei da Ficha Limpa. As medidas foram apresentadas pelo deputado federal João Pizzolatti (PP-SC), pelo ex-prefeito de Montes Claros (MG) Athos Avelino Pereira e o ex-vice-prefeito Sued Kennedy Parrela Botelho e pelo candidato a vereador paranaense Juarez Firmino de Souza Oliveira.

A Lei da ficha limpa veta a candidatura de políticos condenados crimes eleitorais por um colegiado de juízes. A norma foi aprovada no Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 4 de junho. Também ficam inelegíveis aqueles que renunciaram para escapar da cassação e os cassados pela Justiça Eleitoral por irregularidades nas eleições de 2006.

Ayres Britto está no exercício da presidência da Suprema Corte e negou os pedidos alegando que não poderia suspender individualmente uma decisão tomada por um colegiado de juízes. O ministro afirma que “não está totalmente convencido” da possibilidade de concessão do efeito suspensivo por decisão monocrática, ao analisar uma decisão de colegiado.

“Se não é qualquer condenação judicial que torna um cidadão inelegível, mas unicamente aquela decretada por um 'órgão colegiado', apenas o órgão igualmente colegiado do tribunal ad quem [instância superior] é que pode suspender a inelegibilidade”, argumenta Ayres Britto em seu despacho.

A negativa de Britto aos pedidos de suspensão da lei da Ficha Limpa ocorre depois de colegas – ministro Dias Toffoli e ministro Gilmar Mendes – de Ayres Britto terem concedido duas sentenças favoráveis a políticos atingidos pela norma, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) e a deputada estadual de Goiás, Isaura Lemos (PDT).

Casos
Ao negar o pedido do deputado federal catarinense João Pizzolatti (PP), Ayres Britto alegou que o parlamentar, condenado por improbidade administrativa, não foi penalizado pelo exercício de seu mandato, mas por ser sócio de uma empresa que teve um contrato com a Prefeitura de Pomerode (SC) considerado irregular pela Justiça.

O mesmo argumento foi utilizado por Britto no caso do ex-prefeito de Montes Claros (MG) Athos Avelino Pereira e do ex-vice-prefeito Sued Kennedy Parrela Botelho, condenados pela Justiça Eleitoral de Minas.

Já para Juarez Firmino de Souza Oliveira, condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, Ayres Britto afirmou que o Supremo não poderia suspender um recurso da Justiça Eleitoral. Oliveira teve suas contas de campanha para vereador de 2008 rejeitadas pelo Juízo Eleitoral da 66ª Zona de Maringá (PR). O TRE do estado extinguiu o recurso apresentado pelo candidato, que recorreu ao STF para garantir efeito suspensivo a recurso especial eleitoral contra a decisão do TRE, evitando a inelegibilidade.
 
 
Fonte: G1.com
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