sexta-feira, 19 de março de 2010

PCdoC e Dilma


Ato de apoio do PCdoB a Dilma reunirá lideranças e artistas

No dia 8 de abril, o PCdoB indicará seu apoio à pré-candidatura de Dilma Rousseff à Presidência do jeito que gosta: com o entusiasmo e a alegria de sua militância, em um grande ato no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília, a partir das 17h. A pré-candidata já confirmou sua presença. Também estão certas as participações de Leci Brandão, Martinho da Vila, Netinho de Paula e Jorge Mautner.

Dilma confirmou presença no ato O ato reunirá ainda lideranças do partido e de outras organizações políticas e sociais, filiados, aliados e amigos para apoiar a decisão dos comunistas na defesa de um nome que representará a continuidade e o aprofundamento do ciclo aberto por Lula em 2002. Pouco antes do evento, o Comitê Central do PCdoB se reunirá a fim de referendar a posição adotada pela Comissão Política do partido, expressa em
nota publicada dia 5 de março.
O apoio do partido, porém, só será oficializado – conforme estipula legislação eleitoral – depois de convenção eleitoral em junho. Continuidade e avançoNa avaliação do PCdoB – reafirmada em nota da Comissão Política Nacional – “o Brasil, sob a regência dos dois mandatos do presidente Lula, conquistou um ciclo virtuoso. Nele a democracia se amplia, a soberania do país se fortalece e o crescimento econômico se associa ao progresso social e à integração solidária com os países vizinhos”.Para o partido, depois de superada a “herança maldita” deixada pelos tucanos após oito anos no Palácio do Planalto, “começou a nascer um novo projeto nacional de desenvolvimento direcionado para o aumento da produção, a valorização do trabalho e a melhoria da qualidade de vida de milhões de brasileiros. Se permanecer neste caminho, o Brasil poderá tornar-se, em tempo breve, numa das nações progressistas mais fortes e influentes do mundo”. Os comunistas justificam sua opção por Dilma destacando que, após muitas reuniões, “ficou explícita a afinidade programática entre ela e a nossa legenda e da mesma forma com a direção recém-eleita do PT.
Além da convergência de ideias e do pacto pelo o progresso do país, ressalta-se o valor de uma mulher cuja personalidade política se forjou na luta democrática. Ela demonstrou, à frente de importantes funções públicas e, sobretudo como ministra do atual governo, competência, liderança e compromisso com o Brasil e o povo”.Para Renato Rabelo, presidente do PCdoB, "quem não entender o caráter progressista e o sentido unificador (da candidatura Dilma) pode se isolar politicamente". Além disso, o dirigente tem defendido que o caminho da campanha presidencial deve, de fato, seguir o rumo plebiscitário, capaz de confrontar o que foi a era FHC e o que está sendo o governo Lula. Para ele, “são dois modelos antagônicos entre o campo de Lula e os tucanos. Diluir este fato é ajudar a direita. Os setores conservadores vão fazer tudo para impedir esta polarização”. Membro da comissão de organização do evento, Adalberto Monteiro, secretário de Formação do PCdoB, diz que o ato “tem o objetivo de dinamizar o tema dentro do partido e desencadear um processo de mobilização dos filiados e de debate interno. É como se o PCdoB esquentasse suas turbinas para esse grande confronto que determinará os rumos do país”.

quinta-feira, 18 de março de 2010

BALANÇO BRASIL

O ex-Presidente FHC, certa vez, mandou um recado pela televisão ao Presidente Lula para que trabalhasse mais, mentisse menos e não pensasse em terceiro mandato. Com base em dados publicados pela imprensa, é possível fazer um pequeno balanço comparativo dos 8 anos do governo FHC com 7 anos do governo LULA.
Balanços comparativos são previstos na Lei das Sociedades Anônimas (art. 176).

Dados do Governo

FHC

LULA

Risco Brasil

2.700 pontos

200 pontos

Salário Mínimo

78 dólares

210 dólares

Dólar

R$ 3,00

R$ 1,78

Divida FMI

Não mexeu

Pagou

Indústria Naval

Não mexeu

Reconstruiu

Universidades Novas

Nenhuma

10 (duas na Bahia)

Extensões Universitárias

Nenhuma

45 (três na Bahia)

Escolas Técnicas

Nenhuma

214

Valores e Reservas do Tesouro Nacional

185 bilhões de dólares negativos

209 bilhões de dólares positivos

Créditos para o povo - PIB

14%

34%

Estradas de Ferro

Nenhuma

3 (em andamento)

Estradas Rodoviárias

90% Danificadas

70% Recuperadas

Indústria Automobilística

Em baixa de 20%

Em alta de 30%

Crises Internacionais

04 arrasando o país

Nenhuma pelas reservas acumuladas

Câmbio

Fixo: estourando o Tesouro Nacional

Flututante: com ligeiras
intervenções do BACEN

Taxa de Juros SELIC

27%

8,75 %

Mobilidade Social

2 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza

23 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza

Empregos

780 mil empregos

11 milhões de empregos

Investimentos em Infraestrura

Nenhum

504 bilhões de reais previstos até 2010

Policia Federal

80 prisões

2.750 prisões

Rombo no Estado Brasileiro

30 bilhões (ou mais) nas privatizações

200 milhões de reais pelos Mensaleiros

Mercado Internacional

Sem crédito para comprar uma caixa de fósforo

Investiment Great

Economia Interna

Estagnação total com desinflação inercial

Inclusão de consumidores e surgimento de investidores

Reformas Politica, Administrativa e Tributária

Nenhuma

Nenhuma



Obs.: O Presidente e mais alguns aliados conseguiram ainda os dois maiores eventos esportivos do planeta: Copa do Mundo de Futebol, em 2014 e os Jogos Olímpicos, em 2016. Não por acaso, mas pela respeitabilidade e confiança no Brasil da era Lula. Apesar de alguns “críticos de carteirinha”, estes eventos gerarão investimentos da ordem de U$ 70 bilhões e cerca de 2 milhões de novos empregos diretos e indiretos.

quarta-feira, 17 de março de 2010

A governadora e eu


Dias atrás, havia publicado a vinda da governado Wilma de Faria à Casa do Estudante de Mossoró - CEM. Pois bem, ela veio e eu, com muita ousadia, esbarrei a prepotência dela com minhas indagações. Discutimos. Cumpri meu papel de cidadão consciente e democrático. Propus um diálogo aberto com a governadora diante de toda a imprensa do estado. Ela logo saiu.... não resistiu a minhas perguntas...

Orgulho-me de ter mostrado ao Rio Grande do Norte que os estudantes e, especialmente, os cidadão potiguares, estão alavancando sua coragem...

Hoje, soube por meio de uma amiga que estou devotando minha atenção, carinho e conhecimento, que a governadora, na noite do dia em que discutiu comigo, esteve internada com uma crise de hipertensão...

Conhecidência??

Não sei...


2010 terá 8 nanicos na corrida pelo Planalto

Candidatos de siglas pequenas têm papel relevante para definir se haverá ou não 2º turno

Fim da verticalização facilita a vida de partidos desinteressados em fidelidade nas alianças estaduais

Aqui, as entrevistas que o blog fez (listadas em ordem alfabética) com cada um dos nanicos candidatos a presidente:

1 - Américo de Souza (PSL)

2 - José Maria Eymael (PSDC)

3 - Levy Fidelix (PRTB)

4 - Mario de Oliveira (PT do B)

5 - Oscar Silva (PHS)

6 - Rui Costa Pimenta (PCO)

7 - Zé Maria (PSTU)

8 - PSOL (candidato a definir)


Apenas 4 candidatos à Presidência atraem mais a atenção do mundo político –José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Ciro Gomes (PSB) e Marina Silva (PV). Só eles têm aparecido nas pesquisas eleitorais. Mas neste ano, pode chegar a 12 o número de postulantes ao Palácio do Planalto. Desses, 8 são os chamados nanicos, candidatos cuja votação fica na redondeza dos 3%, ou menos, dos votos válidos.

A importância dos nanicos é relativa. Tiveram algum protagonismo no passado, mas ficaram fragilizados nos últimos anos por causa da verticalização, um sistema que vigorou em 2002 e em 2006. Tratava-se da regra que obrigava um partido a seguir uma só lógica nas alianças para presidente e nas disputas por governo estaduais. Isso engessava as agremiações políticas. Os nanicos tiveram votações pífias nas últimas disputas. Eis o que o resultado das eleições presidenciais e o desempenho dos candidatos menos expressivos:

Agora, a verticalização acabou. Voltou a valer tudo em termos de alianças eleitorais. Ou seja, um partido pode muito bem lançar um candidato a presidente e ainda assim apoiar o PT ou o PSDB para o governo de um determinado Estado –ou até apoiar tucanos em São Paulo e petistas no Rio de Janeiro, mesmo sendo adversário das duas siglas na eleição presidencial.

Tudo somado, os nanicos podem ter (não se sabe ainda se terão) grande importância na definição da disputa presidencial deste ano. A era de ouro dessa turma foi nos pleitos de 1989 (5,5% dos votos válidos), 1994 (4%) e 1998 (4,3%). Agora, se juntos voltarem a somar algo em torno de 4% a 5% dos votos válidos (o que não é fácil, registre-se) podem embolar a disputa e levar a definição para o segundo turno –contrariando a expectativa de PT e PSDB, que esperam liquidar o assunto no primeiro turno.

Para que os nanicos tenham esse protagonismo é necessário que se repita um fenômeno. Trata-se da aparição de um “super nanico”: o candidato que, apesar de obter baixa votação no cômputo geral, se sobressai na comparação com os demais nanicos. É ele quem puxa a fila do voto de protesto. Em alguns pleitos, o “super nanico” sozinho tem mais votos do que a soma dos demais candidatos pequenos.

Esse papel de “super nanico” já teve o médico Enéas Carneiro (1938-2007) como epítome. Com seu bordão “meu nome é Enéas”, esse candidato e seus pouquíssimos segundos durante a propaganda eleitoral chegou a passar dos 7% dos votos recebidos em 1994 (em 1998, definhou para menos de 3%).

Quem poderá ser o “super nanico” agora, encarnando uma espécie de voto de protesto? Há um lumpensinato eleitoral, cerca de 10%, que nunca está contente com nada. Se esse grupo se encantar por algum dos nanicos deste ano, a eleição pode ter segundo turno.

Não é fácil saber quem poderá ser o novo Enéas. Há tipos exóticos entre os postulantes. Para citar dois, há Levy Fidelix (PRTB), “o homem do aerotrem”, como ele se define, e há também Mario de Oliveira (PT do B), negro, engenheiro e advogado e já apelidado de “o Obama brasileiro”.

Se a história ensina algo, vale lembrar que em 4 das 5 eleições diretas pós-ditadura militar ocorreu o fenômeno do “super nanico”.

Em 1989, o “super nanico” foi Roberto Freire (PCB) com 1,06 % dos votos válidos. Em 1994, foi a vez de Esperidião Amin (PPR), com 2,75% –até porque em 1994, Enéas Carneiro havia já se transformado em um candidato médio, com seus mais de 7%.

Em 1998, Enéas Carneiro voltou para a categoria dos nanicos, com 2,1% dos votos válidos. Puxou a fila da categoria naquele ano.

Em 2002, não houve um “super nanico”. A única explicação foi o advento da verticalização. Adotada pela primeira vez, a regra assustou as siglas pequenas. Enéas nem foi candidato a presidente (concorreu a deputado federal).

Em 2006, mesmo com a verticalização ainda válida, o movimento nanico começou a renascer. Houve então um “super nanico” inusitado, concorrendo por uma sigla de médio porte: Cristovam Buarque (PDT), que obteve 2,65% dos votos válidos.

Em 2010, sem a verticalização, o movimento nanico voltará com força total.

O Brasil tem 27 agremiações políticas registradas no TSE. Em tese, cada uma dessas legendas pode lançar um candidato a presidente. Quanto mais candidatos, mais chances há de a eleição ser decidida apenas no segundo turno –porque a regra é que o presidente é eleito apenas se obtém, pelo menos, 50% mais um dos votos válidos (os votos dados aos candidatos, ou seja, descontando-se os brancos e os nulos).

Nada indica que haverá um recorde de candidatos, como em 1989. Naquele ano, 21 candidatos estiveram habilitados a disputar o Planalto (o apresentador e empresário Silvio Santos seria o 22º, mas sua candidatura foi impugnada). O segundo maior número de candidatos foi em 1998, quando 12 concorreram. Agora, em 2010, é possível que essa marca seja repetida.

Nos posts abaixo, com a colaboração dos repórteres Edemilson Paraná e Piero Locatelli, o que dizem os possíveis candidatos nanicos deste ano de 2010.

Fonte: http://uolpolitica.blog.uol.com.br/arch2010-03-14_2010-03-20.html#2010_03-17_09_02_27-9961110-0

quinta-feira, 11 de março de 2010

Wilma de Faria na Casa do estudante de Mossoró


No próximo dia 15, segunda-feira, a govenradora Wilma de Faria estará em mossoró e, na oportunidade, passará na Casa do Estudante de Mossoró - CEM. Sabemos que recentemente a Casa do Estudante passou por uma reforma de seis meses e que o poder público não ajudou em nada com a reforma. Durante o período de reforta, os estudantes tiveram de se alojar em lugares improvisados: muitos voltaram para suas cidades, outros uniram-se em pequenos apartamentos, a grande maioria, porém, alojou-se em um salão, no centro de Mossoró. Um lugar insalubre e indigno de hospedar cerca de 40 jovens, como foi o caso.

Detalhe, a governadora Wilma não esteve, em nenhum momento, na CEM quando o teto de um dos apartamentos caiu (motivo da reforma) ou durante a reforma, ou ainda, dispondo-se a ajudar... pelo contrário, alegou falta de orçamento e que a CEM não tinha um elo oficial com o estado.

O curioso é que, conincidentemente, estamos em ano de campanha e, como sabemos, a CEM é um lugar onde se concentra cerca de 12o jovens do interior do estado, cada um formador de opinião em suas respectivas comunidades.

A presença da governadora já foi mais importante!

Somente agora, que a CEM está reformada, com suas estruturas físicas em perfeitas condições, é que Wilma lembrou de que os estudantes são parte da sociedade e mais, que VOTAM, do comtrário ela não iria a CEM!

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