sábado, 3 de julho de 2010

Adiós, Hermanos...



A torcida argentina comemorou bastante a eliminação do Brasil na sexta-feira, mas a festa dos hermanos não durou mais que um dia. Desta vez, a Alemanha não precisou de pênaltis e nem de sofrimento, como em 2006: sem dar chances ao time de Diego Maradona, os alemães aplicaram um chocolate inapelável por 4 a 0 na Cidade do Cabo e estão classificados para a semifinal da Copa do Mundo. Como disse o diário “Olé” para os brasileiros, os argentinos agora também podem comprar uma televisão para assistir ao restante do Mundial no conforto do sofá de casa.
Maradona desfilando sem roupa no Obeslico em Buenos Aires? Fica para a próxima.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Dunga confirma saída, assume responsabilidade e reclama méritos de seu trabalho


Lars Baron/Getty Images

Abatido após a eliminação brasileira na Copa do Mundo, o técnico Dunga admitiu que o ciclo que iniciou em agosto de 2006 está encerrado. A partir de agora, a equipe nacional não conta mais com o seu comando. Mesmo assim, no ponto final de trabalho, o treinador fez questão de reclamar méritos em seus quatro anos de direção.

“Meu futuro, vocês sabem bem. Sabem que eram quatro anos que eu ia ficar na seleção”, declarou Dunga logo após a derrota para a Holanda por 2 a 1 nas quartas de final da Copa do Mundo.

“O maior resultado que consegui foi o resgate de jogar pela seleção brasileira. Vocês deviam ver a cara dos jogadores agora no vestiário. Estou orgulhoso de ter estado à frente deste grupo, pela forma que se comportaram na seleção brasileira”, declarou o treinador, no discurso da derrota fatídica no Mundial.

À frente da seleção, Dunga conquistou os títulos da Copa América de 2007 e da Copa das Confederações de 2009. O treinador ainda faturou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim e classificou o Brasil em primeiro lugar nas eliminatórias ao Mundial.

Sobre as razões para a derrota em Port Elizabeth para a Holanda, o treinador alegou falta de concentração do time na volta do intervalo. Dunga ainda fez questão de tirar de cima de Felipe Melo a responsabilidade pelo resultado negativo.

No jogo desta sexta-feira, o volante da seleção desviou de cabeça contra a própria meta no primeiro gol holandês e depois foi expulso por agressão a um adversário.

“Eu sou o comandante, tenho que assumir a responsabilidade. É injusto falar de responsabilidade para o Felipe. Não é a primeira vez que um jogador é expulso em uma Copa”, disse.

Fonte: uol

Dunga: “O nervosismo veio pela virada”

O técnico da seleção brasileira afirma que o time perdeu a partida para a Holanda "no detalhe" e diz que a "responsabilidade é de todos" 

Após a derrota do Brasil, por 2 a 1, para a Holanda, o técnico da seleção brasileira, Dunga, afirmou que o nervosismo tomou conta do time com a virada. “Ninguém prepara um time para perder, sempre tem que tentar motivar os atletas.”

O Brasil foi eliminado nas quartas de final pela segunda Copa consecutiva. Na Alemanha, em 2006, a derrota foi contra a França, por 1 a 0.

O Brasil começou ganhando o jogo com um gol de Robinho, após um belo passe de Felipe Melo, aos 10 minutos do primeiro tempo. No segundo tempo, os holandeses entraram melhor e empataram aos oito minutos, em uma falha da defesa brasileira. Júlio César e Felipe Melo trombaram, após um cruzamento de Sneijder. Aos 22, veio o gol da virada. Em cobrança de escanteio, Kuyt desviou no primeiro pau, e Sneijder, sozinho, marcou o segundo.

“Sem dúvida, todos estamos muito tristes. Trabalhamos para ter um resultado diferente. Sabíamos que ia ser um jogo difícil”, afirmou Dunga na entrevista coletiva logo após o fim da partida.

Kaká e Dunga disseram que a eliminação aconteceu por erros “no detalhe”. “Não conseguimos manter a mesma concentração. Sabemos que o futebol é um jogo de 90 minutos e que a copa é decidida em detalhes. Infelizmente não conseguimos o resultado desejado, que era o título”, afirmou Dunga.

Sobre a expulsão de Felipe Melo, que pisou em Robben, aos 27 minutos do segundo tempo, Dunga disse que, no intervalo, o time comentou que o juiz estava sendo bastante pressionado. “Tive que trocar o Michel porque ele levou um cartão em um lance que nem falta foi. Mas só quem está dentro de campo é que pode ter uma noção melhor.” Felipe Melo afirmou que não agrediu o holandês.

Dunga disse que a responsabilidade da derrota não pode ser colocada somente sobre a expulsão: “Como comandante, não posso falar apenas do Felipe Melo. A culpa é de todos nós”.

O técnico afirmou ficou difícil fazer substituições com um jogador a menos. Quando o Brasil tentava chegar ao empate, o atacante Luís Fabiano foi substituído pelo também atacante Nilmar. “Com um a menos fica difícil fazer outra substituição [a terceira]. Trocar um jogador faltando 5 ou 10 minutos não adianta muito.” 

Fonte: Revista Época 

Por que perder não é tão normal como vencer?

Seria fácil respondê-la? Pergunta idiota, penso eu. Diante de um Brasil culturalmente apaixonado pelo futebol, minutos depois de assistir à derrota do time brasileiro, é ousadia, realmente, querer dar uma resposta à pergunta acima.
Poderíamos fazer outras perguntas, talvez, mais próximas da gente. Como aprender com a derrota que acabamos de testemunhar, ou melhor, que lição podemos tirar das derrotas que geralmente vivemos? Por que na vida, segundo a nossa lógica, somente eu e o nosso grupo temos privilégios de vitórias? Nos 90 minutos de batalha, que imagem construo do nosso adversário? Pensando bem, que sentimentos de humanização, de compaixão, de amor recíproco… vêm à tona quando loucamente torcemos pela nossa seleção? Estamos nós representando o país quando torcemos pelos 11 jogadores em campo?
Agora, abrindo o ângulo, olhando para o lado concreto, prático do futebol brasileiro. Sei que é difícil dar ordem de prisão ao nosso lado emocional e falar do futebol usando apenas a razão. Mas, tentemos. Na seleção brasileira, quem perde com a derrota do time? Quem são as organizações que estão por trás dos bravos jogadores? Concretamente, quais seriam os benefícios para o País? Qual é máquina que faz funcionar a seleção e os grandes times de futebol do país?
Tá bom, já estou infernizando demais. Saibam, isso também é um desabafo solitário e, indiretamente, um modo de estar em comunhão com o meu país. Afinal, essa é a primeira vez que acompanho os jogos longe dos meus amigos e da minha pátria.
Fico pensando, porém, como Fritjop Capra, grande físico e humanista, interpretaria o sentimento do povo brasileiro, minutos depois do fim do jogo de hoje. Capra, estudando a natureza social do homem, observa alguns valores que, segundo ele, são justificados em si mesmos, como por exemplo, a competicão excludente, o anseio ilimitado do homem pelo poder, pelo ter e tantos outros.
Lembrei dele porque suas teorias nos ajudam a entender o nosso comportamento competitivo e, naturalmente, excludente. Daí, a resposta à pergunta. A competição no homem, segundo Capra, é um valor que se justifica em si mesmo. Como a perda é consequência de um mau resultado no jogo competitivo, naturalmente, os sentimentos que se afloram no homem (torcedor) são de tristeza, raiva, vergonha, etc. Por isso, perder jamais será uma coisa natural no ser humano.

Fonte: Blog de Talvacy Chaves

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Caicoense vai coordenar campanha de Carlos Eduardo ao Governo do Estado

O funcionário público federal Jonny Costa foi escolhido como coordenador geral da campanha de Carlos Eduardo Alves (PDT) ao Governo do Estado. A indicação foi do candidato à vice, deputado estadual Álvaro Dias (PDT) com quem Jonny é ligado. Esta não será a primeira vez que Jonny estará coordenando uma campanha política. Já estava a frente de campanhas de Roberto Germano e Airton Dias pela prefeitura de Caicó, de Álvaro Dias na disputa de 2006 e de vários aliados do deputado. Jonny, até pouco tempo exercia o cargo de delegado regional do Ministério do Trabalho do RN.

Fonte: Blog do Marcos Dantas
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