terça-feira, 30 de novembro de 2010

Comentário do "O mural de Riacho da Cruz"

Do "O mural de Riacho da Cruz"

André cavalcante reproduz comentário de Antônio Adriano sobre a função de vice-prefeito. Aqui, saudo-os com veemência!

Já há algum tempo venho interessando-me pela política Nacional, Estadual e principalmente nossa política local. Lembro um pouco do pleito de 1988, onde postulava ao cargo de prefeito Bernadete Rêgo encabeçando a chapa majoritária e tendo como vice o saudoso Ananias Magno, apoiados pelo então prefeito o memorável Vilene Rêgo, do bloco oposicionista tínhamos a chapa composta por Mário Lino encabeçando a chapa e o ilustre João de Deus (João Chagas) como vice, onde esses nomes como candidatos a vice-prefeitos fizeram a diferença naquele pleito. Passado as eleições saindo vitoriosa a chapa da situação liderada por Bernadete Rêgo consolidando seu grupo político no comando do executivo local. Hoje pela situação em que encontra-se a política local são vários os postulantes ao cargo de vice-prefeito pois a certeza de vitória é praticamente 100% e com uma probabilidade desta muitos são aqueles que almejam esse cargo. Não sei se é pela certeza da vitória que a atuação política dos nossos vices prefeitos estão apagadas, ou seja, com exceção do vereador Osvaldo Rodrigues todos os ex vice-prefeitos não exercem nenhum cargo eletivo na nossa cidade, e também o memorável Ananias que mesmo exercendo apenas um mandato de vice-prefeito ainda hoje é lembrado como o único vice-prefeito que realmente fez jus ao cargo que exerceu. Ser vice-prefeito na minha querida Riacho da Cruz é hoje um privilégio, pois aquele que se eleger não tem a obrigação de cumprir expediente na prefeitura, não tem que dá nada a ninguém, os eleitores não batem sua parta a qualquer hora do dia ou da noite para lhe pedir algo e o que é melhor tem seu salário no final do mês livre sem sofrer aborrecimentos, diferentemente do prefeito que além de administrar a cidade tem mil e um problema para dá solução. Com todas essas vantagens que citamos vários são os postulantes ao cargo de vice-prefeito que preferimos não citar nomes, mas como aprendi no meu curso de formação de Soldado e relembrado recentemente no meu curso de formação de Sargento da Gloriosa Polícia Militar \\\"nada é de graça\\\" e \\\"tudo tem seu preço\\\", ou seja, por mais que seja grande a possibilidade de vitória compondo a chapa como vice-prefeito do grupo situacionista em Riacho da Cruz corre-se o risco de passado o mandato cair no esquecimento político como são vários os exemplos que temos no município, com as exceções que já mencionamos do nobre vereador Osvaldo Rodrigues que é inegavelmente uma liderança política e o saudoso Ananias que ficou na história como o vice-prefeito mais atuante no nosso município, os demais pouco são lembrados como políticos. Lembro aqueles que postulam compor a chapa como vice-prefeito que se quiserem sobreviver politicamente revejam as atuações dos ex-vice, sem mais delongas como o nobre amigo André perguntou e com a conjuntura atual da política local até eu quero ser vice-prefeito.

O que se espera de um vice-prefeito?

POR ALIATÁ JUNIOR:
 
O vice-prefeito(a) tem a prerrogativas de substituir o titular, no caso de impedimento, e suceder-lhe, no caso de vaga, gera-se no vice a expectativa assumir o lugar do titular e exercer as respectivas atribuições do cargo. E por isso é devida remuneração ao vice pelo simples estado de prontidão em que ele se encontra, independentemente de qualquer contraprestação. A remuneração tem natureza indenizatória e visa a compensá-lo pelos gravames a ele infringidos, pois a condição de vice obriga-o a estar sempre alerta, próximo ao titular, pronto para fazer as suas vezes.
A figura do vice pode ter outras atribuições que lhe forem conferidas por lei complementar, pelo chefe do executivo municipal, podendo inclusive assumir o mandato em concomitância com uma secretaria municipal ou gerencia administrativa, ou qualquer cargo que conste em lei complementar, podendo participar de forma ativa, na administração municipal.
Passada as eleições presidenciais, mudando-se as atenções já para o pleito vindouro, isso gera naturalmente não só expectativas como também especulações de quais seriam os nomes que disputarão os cargos do poder executivo e legislativo municipal, pela atual conjuntura no grupo liderado pelo prefeito Marcos Aurélio, já se dá como certa a candidatura da ex-prefeita por três mandatos, Bernadete Rêgo, na outra ponta vem se desenhando a candidatura do atual vereador Dr. Marcondes, liderança oposicionista no município, esse embate dificilmente não ocorrerá, faltando apenas decidir quem serão seus respectivos vices.
Varias pessoas se apresentam ou são apresentados como opções para exercer tão digno cargo eletivo, que ao contrario do que muita gente pensa pode contribuir e muito com o desenvolvimento do município, nomes são ventilados, tais como os de vereadores, secretários, e lideranças em ascensão, para a escolha do companheiro de chapa dos referidos candidatos temos que levar em conta algumas ponderações, tais como a necessidade gritante da população em ter um representante jovem mais acima de tudo preparado para exercer qualquer função que lhe seja atribuída, até mesmo fazer as vezes de prefeito quando for necessário e ainda ter proximidade com o povo, sobretudo os mais humildes, podendo identificar os problemas vivenciados pela população, servindo como elo de ligação entre o povo e o chefe do executivo, é necessário também que o pleiteante ao cargo não esteja preocupado apenas com o salário que irá receber, e sim com os benefícios que pode e deve trazer aos seus conterrâneos com o uso do cargo, não tendo como fonte de renda exclusivamente a política, vale ressaltar a importância de ser um candidato jovem, pois diferentemente de campanhas passadas os jovens vem demonstrando um grande interesse, quando o assunto é política, e sendo agente de transformação por natureza não deve e nem pode ficar de fora, e o candidato a chefe do executivo que não tiver antenado nessa nova conjuntura de renovação conduzida pela juventude certamente perderá um apoio muito importante, talvez decisivo não só para esse mais para qualquer pleito.

Do conselho tutelar

POR ALIATÁ JUNIOR:

A criação do Conselho Tutelar foi uma das inovações que o Estatuto da Criança e do Adolescente trouxe. E andou bem o legislador, idealizando uma gestão participativa da própria comunidade, inclusive com a criação simultânea dos conselhos e fundos de direitos da criança e do adolescente, que em parceria com outras instituições e órgãos públicos, pode promover a execução de suas decisões, requisitar serviços públicos, representar ao juiz em caso de desobediência injustificada e, inclusive, assessorar o Poder Executivo na elaboração de proposta orçamentária no tocante ao atendimento dos direitos da criança e do adolescente, o conselheiro tutelar como se pode ver, possui diversas atribuições, podendo exercer relevantes serviços na proteção dos menores, sendo que a (Mens legislatoris) ou seja a  intenção do legislador ao criar determinada lei, não condiz com a realidade no que diz respeito ao conselho tutelar, sobretudo nos municípios de pequeno porte, onde não se vê, a prestação desse tipo de serviço a população, principalmente na parte preventiva, no sentido de fiscalizar e conscientizar o país e até mesmo os as crianças e adolescentes, sobre questões de seu interesse, mesmo com condições de trabalho precárias sem ter acesso a instrumentos que facilitem o seu trabalho, poucos estão interessados em exercer seu cargo com dignidade, trabalhando para desenvolver seu mister, e quando se chega a eleição para conselheiro assim como fazem os vereadores em sua maioria, caem em campo na batalho por votos, sem quase ou nenhum serviços prestados a comunidade, sempre pensando no seu próprio bem estar, sendo que a diferença entre os acima citados (vereadores e conselheiros) é apenas o salário que o do primeiro é um pouco maior, pois usar as atribuições do cargo em prol da população não se vê nem de um nem de outro lado.


domingo, 28 de novembro de 2010

Água cortada no Campus Central da UERN

Estudantes na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN, tiveram que "se virar nos trinta", pois ao longo da semana que se passou a água da universidade foi cortada... pelo menos todos os banheiros e bebedouros não tinham água!

Nós, do curso de filosofia, pretendemos mobilizar um grupo para articularmos nosso posicionamento em relação ao descaso. Segunda-feira, 29, caso continue sem água, divulgaremos o problema na grande mídia e massificaremos a mobilização!

Paralelo a essa problematica vivida pela UERN, em Roma, Itália, estudantes ocuparam as praças e monumentos históricos de Roma em protesto.

E nós, o que faremos?!

Até lá, torçamos para que o problema já tenha se resolvido!

Transformação riachocruzense

É surpreendente e satisfatório o que tenho percebido em Riacho da Cruz: Jovens abertos ao diálogo e se envolvendo com questões, antes tidas como exclusivas da cúpula política de Riacho; agricultores e pais de famílias atentos aos acontecimentos do município; mães preocupadas com seus filhos e entendendo que o município deve fazer algo.

É assim que Riacho da Cruz está se transformando! Das "casinhas" aos "acampamentos" os fatos estão tendo apreciação dos moradores [os mesmos fatos que antes eram simplesmente acatados sem nenhuma indagação]. Aos amigos e conterrâneos, exponho publicamente meus votos de sucesso e liberdade a todos!

Sinto-me no sublime dever de parabenizar os riachocruzenses de coragem e determinação!

Nossa cidade, graças a Deus, já não baixa sua cabeça às órdens cruas e frias de quem antes as faziam sem nenhum pudor.

Minha intenção, enquanto estudante, cidadão e sonhador [aqui, abro-me às críticas] não é difundir um pensamento inconseqüente, imaturo ou revoltado, nem fora de contexto. O que anseio é, primeiramente, ver e viver as liberdades que me são inerentes pela própria democracia. Riacho caminha, livre e sabiamente para um novo horizonte político, mas essencialmente vital para sua felicidade.

Orgulho-me de visitar jovens, agricultores, domésticas mães de famílias e outros segmentos sociais, pois encontro neles uma motivação superior que me faz sentir que não estou só no caminho que iniciei com os jovens de Riacho da Cruz. 

Entendamos que política não é algo de gente rica, desonestas. Acreditemos em uma nova Riacho, na qual possa trilhar novos rumos, curvar em novas estradas.
A Riacho da Cruz, agradeço e orgulho-me de ser riachocruzense!

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